Piadas Horríveis (Nº 12)

Olá pessoal!

Como estou meio sem sono (a outra metade, que raciocina está em um sono longo e profundo), resolvi voltar aqui pra postar mais algo.

Sabe qual é a árvore que dá bacon?

O pé de porco!

Agora vou colocar a outra metade pra dormir!

Até mais!

As Aventuras de Hellhound (nº2)

O que é o que é um pontinho preto e redondo no meio do matagal? Na verdade sou eu, debaixo de uma puta chuva, raios caindo quase ao meu lado, enquanto a placa de rede do meu computador queimava estranhamente.

Meu papagaio achou que seria divertido (na mentalidade de ave-troll dele) se esconder no matagal da casa após o anoitecer e o temporal começar. E ainda, para isso, usando da sua excelente camuflagem de penas verdes e o silêncio de um ninja enquanto eu, em trajes sociais, me molhava como o Shiryu na cachoeira.

Quico

A diferença é que uma Cólera do Dragão não ia me ajudar a encontrar o maldito penoso…
Nesse meio tempo, quando outro raio cai e ilumina até a alma da noite, eu vejo que o safardana estava no topo do arbusto que eu cutuquei o tempo todo (provavelmente ele estava segurando o riso) sem fazer barulho algum. Tudo bem, a roupa iria pra lavar mesmo, estivesse ela mais molhada ou menos molhada. Levei o galináceo pra dentro de casa e voltei ao meu PC que, por burrice, deixei ligado. A conexão com qualquer coisa que eu tivesse feito antes estava perdida, entretanto o modem piscava como uma prostituta de esquina no começo do expediente. O LED da placa de rede não acendia. Voltei para a cozinha e confrontei o animal:
-”Viu o que me fez fazer, Refugo de Kozilek?!”

O urubu juventudista ria e gritava comigo, zoando bonito a minha desgraça.
-”Por Ohanma! Se tu não tivesse me custado trezentos pila, eu já tinha te jogado no microondas e tu iria dar voltinhas na minha frente até morrer, seu, seu…frango de botequim!”

Aprendizado com personagens de gibis

Em um mundo de muitas trevas e solidão, onde as lâmpadas fluorescentes figuravam apenas em restaurantes e computador rodava orgulhosamente o Windows 3.11, eu vivi a minha infância. Nem se falava em internet, quanto muito em joguinhos de computador. Minha irmã e meu irmão liam os gibis que uma vez foram de meus tios para passar o tempo nos dias de chuva, pois não podíamos brincar lá fora. Depois que eu entrei para a segunda série (hoje, terceiro ano do ensino fundamental), eu já tinha boas habilidades de leitura. Normalmente eu estava à frente dos meus colegas, pois na cartilha que tínhamos para aprender a língua portuguesa, eu costumava ler de 2 a 3 lições adiante da qual estávamos aprendendo. Obviamente isso me rendeu muitos episódios de bullying por parte de meus colegas menos cerebralmente afortunados e mais fortes fisicamente, mas eu sobrevivi. Naquela época não tinha essa de denunciar. A professora fazia de conta que não viu, a diretora nem estava aí pra escola e o que podíamos fazer era comer mais feijão na próxima refeição e aprender a bater. A lei do mais forte era realmente do mais forte. As crianças dessa época eram mais duronas, pois o mertiolate ainda ardia quando passávamos nas feridas produzidas pelos socos e pontapés que dávamos e recebíamos. Hoje, mertiolate não arde e ainda por cima é incolor. Perdeu toda a graça, afinal, passar aquele mertiolate/mercurio cromo na ferida e ela ficar vermelhona era muito legal. Dava pra impressionar os amiguinhos e dizer que ainda estava sangrando. Mas divago…

Neste mundo sem internet, sem gráficos e sem computador, como poderíamos recompensar uma criança nerd por suas boas notas? Como poderíamos incentivar o bom comportamento e os bons resultados? Meu irmão mais velho achou uma ótima solução: gibi. Eu tentava ler os que ele possuía, porém depois de um tempo, eu já tinha lido todos eles pelo menos umas 10 vezes. Sendo assim, ele me disse que se eu conservasse minhas notas acima de 70, ele me daria uma pilha de gibis novos. Ou seja, eu me esforçava um ano inteirinho pra que, no final dele, eu pudesse ter um monte de gibis novos e divertidos para ler. Além de me ensinar várias lições, como por exemplo, que se leva tempo e esforço para se ter as coisas boas, que nem sempre se pode ter tudo o que se quer na hora que se quer, ainda me ensinou que o esforço compensa. E se não compensa, significa que você não tentou o bastante para que seja recompensado.

Digamos que depois de uns 2 anos nessa política de bom comportamento seguido de uma pilha de gibis, eu acabei elegendo meus personagens preferidos. Figurando no topo da lista, temos o Tio Patinhas, seguido do Professor Pardal e do Mac Mônei. Um pouco mais abaixo estão Huguinho, Zezinho e Luisinho, mas puramente por eles saberem ler e interpretar bem o Manual do Escoteiro Mirim. Aliás, sempre quis uma cópia desse manual, pois ele tem sempre uma saída para qualquer situação. Até acho que para elaborar o Guia do Mochileiro das Galáxias, Douglas Adams deve ter lido as histórias da Disney, principalmente as que figuram o Manual do Escoteiro Mirim.

Tio Patinhas é um cara que me ensinou a ter controle sobre o dinheiro, a ter noções do que seria lucro e prejuízo e que uma idéia pode ser maluca na visão dos outros, mas se na sua visão ela for promissora e pioneira, amanhã você poderá ser o cara rico e os seus concorrentes, os caras pobres. Me ensinou uma lição preciosa: quem poupa, tem. É claro que atualmente, poupar é quase um milagre, pois só de pagar as contas eu fico quase falida. Mas eu sempre tento fazer sobrar nem que seja só um pouquinho. Não pretendo ter uma caixa forte e nem fazer parte do clube dos milionários, mas quero ter uma conta bancária bem gordinha composta de meu rico dinheirinho.

Professor Pardal é o exemplo de que devemos deixar nossas idéias livres. Ele consegue inventar engenhocas para que o Tio Patinhas execute seus “projetos” (como esconder suas moedinhas em um depósito na Lua) porque ele não fica julgando se vai dar certo ou não. Quer dizer, na maior parte das vezes ele julga e prova que algumas coisas podem dar certo e outras podem dar incrivelmente errado, porém como o Tio Patinhas é um cara que raramente aceita um “não” como resposta, o Professor Pardal acaba por se esforçar ao máximo para construir as engenhocas que lhe são solicitadas. Normalmente é o que acontece com a gente, pensamos de cara que nada vai dar certo, que nada tem jeito, quando na verdade o que nos falta é um baita tapa na orelha para deixarmos de chorar e começarmos a agir.

Mac Mônei me ensinou que devemos aproveitar bem as oportunidades quando elas surgem. Me ensinou a reconhecer quando o momento é propício para agir e que sempre deveremos surpreender nosso inimigo. Quando agirmos, é importante não dar chance para que o oponente sequer possa piscar ou agir em reflexo à ação feita, para que não sejamos nós aqueles que serão surpreendidos.

Huguinho, Zezinho e Luisinho me ensinaram o trabalho em equipe, que a união é importante entre irmãos e que o mais importante é saber onde o conhecimento está, mais ainda do que saber ele de cor.

Quem disse que não é possível tirar boas lições e conhecimento dos gibis, hein?

Dia de Tormenta – Caxias do Sul

O evento será uma ambientação de aventura de RPG (Jogo de Interpretação de Papéis) tanto para jogadores iniciantes quanto para veteranos durante a tarde de sábado. O objetivo do evento é divulgar o cenário de Tormenta RPG (sistema 100% brasileiro) e integrar novos jogadores ao universo do Role Playing Game.
Dia de Tormenta é uma aventura de RPG para 6 a 10 personagens (6º nível), que colocará os heróis contra o adversário final que é a maior ameaça conhecida, mas ainda no início de sua manifestação. Mesmo assim, o perigo é imenso!
Tudo isso vai acontecer no Zarabatana Café, dia 24/03 às 15h. Para todo participante haverá a distribuição de um kit de participação. Vamos lá, a entrada é gratuita! Quem quiser, confirma comigo (via comentários ou playthecoin@gmail.com) ou com Douglas Mello a participação no evento. Valeu, gurizada!

Diálogos de Jogos (nº 2)

Mais uma noite de calor em Porto Alegre. Reunidos ao redor da TV, do Play 3 e embaixo do ventilador de teto, esperávamos pacientes pela pizza que havíamos pedido via tele-entrega. Eis que um de nós decide acabar com a maratona de Mortal Kombat Arcade:

Leo: Vamos jogar outra coisa.
Japa: O quê, por exemplo?
Leo: Ah, qualquer coisa menos isso.
Japa: Vamos jogar Red Dead Redemption. Aquele jogo é muito foda!
Leo: Tá.
E nisso começou o jogo. A quest escolhida era de ganhar uma corrida de cavalos através de um percurso irregular de estrada de chão e o seu adversário era uma mulher. Quem comandava o personagem principal era o Japa.

Japa: Nunca consigo ganhar dessa mulher.
Leo: Mas é tão foda assim?
Japa: Deve ser, porque nunca consegui vencer essa mulher na corrida.
Vane: Dá nitro nesse cavalo!
Leo: Toda vez que tu corre fora da estrada, o cavalo perde velocidade.
Vane: Tá certo, a ferradura perde aderência e começa a derrapar. Japa, faz drifting!
Leo: Porque tu fez o cavalo cair?
Japa: Eu não queria que ele caísse! Mas aparentemente ele se jogou do penhasco sozinho!

Foi iniciada uma nova corrida. Dessa vez, Japa começou mais ou menos bem, mas foi perdendo velocidade até que…

Japa: Merda de cavalo! Eu tentei pegar um bom, mas quando assoviei só veio essa merda pra perto de mim, aí tive que ficar com ele mesmo!

Ele desceu do cavalo, empunhou a arma e matou o bicho à tiros. Enquanto carregava novamente a parte da corrida, lembrei de um fato que me contam desde criança:

Vane: Uma vez um cara que morava perto da casa da minha avó tinha uma moto. Aí, num dia que ele estava de fogo, a tal da moto não queria pegar. Ele foi ficando bravo, desceu da moto, pegou uns tijolos e começou a tacar nela, como se ela fosse se sentir castigada o bastante pra começar a andar voluntariamente!
Leo: Coitada da moto!
Japa: Vamos ver se dessa vez essa bosta de cavalo vai se jogar no perau de novo!
Vane: Era nesse jogo que um cara montava nas costas de uma mulher e ela relinchava como uma mula?

Leo: Sim, e aposto que ela corria mais rápido que o cavalo do Japa.
Vane: Mas era um bug?
Japa: Não, nesse caso eu diria que é uma feature. Um Easter Egg!
Japa: Ai, a ponte. Espero que esse bicho consiga passar dela sem se jogar também.
Mais uma vez, o cavalo perdeu a corrida. O animal foi novamente alvejado até a morte.
Vane: Joga tijolos nele!
Japa: Quando eu conseguir um cavalo decente, eu tento fazer de novo essa porcaria.

Depois de Red Dead Dedepmtion e enquanto a pizza não vinha, rolava uma maratona de Mortal Kombat Arcade. Reptile versus Sub Zero:
Vane: Quem é o Reptile?
Leo: É o Joe!
Vane: Pô Joe, tu deu um catarrão no SubZero!

*Não tinha imagem com o Sub Zero

Leo: Eu nem tento mais corrigir. Da outra vez ela disse o mesmo e eu contestei dizendo que o Reptile é uma cobra e que aquilo era veneno. Mas ela me retrucou dizendo que ele era uma cobra gripada e que aquilo era ranho!
Vane: E eles se defendem com o umbigo!
Leo: E com o sovaco também!
Vane: O gelo entra pelo umbigo e se perde. Depois o cara deve cagar tijolos, literalmente.
Leo: Mas porquê tu diz isso?
Vane: Ué, se entrou, tem que sair!
Leo: E quando entra pelo umbigo, sai por onde?
Vane: Acho que sai como o Reptile, na forma de catarro. É gelado, coitado, por isso ele ficou gripado e agora tem um novo golpe que é o catarrão contaminado.

A pizza chegou e a jogatina foi interrompida. Entretanto, em outro dia, viria mais uma noite com Demon’s Souls…

Windows Sempre Surpreendendo!!!

Olá pessoal! Sentiram minha falta???

Depois de milhares de pedidos, estou voltando a postar coisas extremamente úteis aqui… Bazinga! Ok! Chega de conversa fiada e vamos ao que interessa!

Como já é de praxe da Microsoft, ela vem sempre nos surpreendendo e dessa vez foi o logo do novo Windows 8.

Pois é pessoal! Agora não é mais uma janela e sim 4 telas azuis! Sacanagem da Microsoft ou não, mas é isso mesmo. Já sabemos o que esperar desse novo windows! =P

Por hoje é só, mas em breve eu volto!

Até mais!